Ser ou não ser

Novembro 30, 2007

Sinto-me

sabendo

o meu ser

sem saber

ser eu.

Aquilo que eu

sou

e já não sou

não pode

ser eu.

Dói-me

o ser

de não

ser

como

quero

ser.

Flávio Andrade

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Rita Lee – Nem Luxo Nem Lixo

Novembro 29, 2007

Como vai você? 

Assim como eu,  

uma pessoa comum, 

um filho de Deus, 

nessa canoa furada,  

remando contra a maré,  

não acredito em nada, 

até duvido da fé!  

Não quero luxo nem lixo 

Meu sonho é ser imortal,  

meu amor. 

Não quero luxo nem lixo 

Quero saúde para gozar no final!  

Rita Lee – Roberto de Carvalho


DORMIR NUM VIDRO

Novembro 22, 2007

É noite funda

E a tua mamã & o teu papá estão a dormir 

É noite funda

E a tua mamã & o teu papá estão a dormir 

A DORMIR

A MAMÃ & O PAPÁ ESTÃO A DORMIR

A DORMIR NUM VIDRO…

(o vidro está debaixo da cama)

Frank Zappa


Ejaculação feminina III – “squirting”

Novembro 20, 2007

Historia da ejaculação feminina

Embora até hoje ainda muitos afirmam que a ejaculação feminina é uma lenda ou mito, a ejaculação feminina é um fato observado em laboratório e descrito por Aristóteles e na medicina grega da antiguidade, que acreditava que o líquido expelido era importante na fecundação (Cláudio Galeno 131 – 200). A ejaculação feminina está descrita em várias culturas, por exemplo nos rituais tântricos da Índia.

O anatomista italiano da Renascença Realdo Colombo (1516 – 1559) referiu a ejaculação feminina quando ele explicou as funções do clitóris. E o anatomista holandês Reigner de Graaf (1641 – 1673) descreveu a mucosa membranosa da uretra em detalhes e escreveu que “a substância podia ser chamada muito adequadamente de prostatae feminina ou corpus glandulosum(…). A função da prostatae é gerar um suco pituito-seroso, que torna a mulher mais libidinosa. (…) Aqui também deve-se notar que o corrimento da prostatae feminina causa tanto prazer quanto o da próstata masculina“. De Graaf associou a ejaculação feminina a glândulas presentes ao longo da uretra. Essas glândulas foram descritas em 1880 por o ginecologista escocês Alexander Skene (1837 – 1900), levando então o seu nome.

Ainda no início do século XX, o meio científico defendeu que a ejaculação feminina seria um sintoma de histeria, somatizado na forma de incontinência urinária.

Em 1926, o médico e sexologista holandês Theodoor Hendrik van de Velde (1873-1937) publicou um manual sobre o casamento, onde mencionava que algumas mulheres expelem um líquido durante o orgasmo. Em 1950, o sexólogo alemão-judeu Ernst Gräfenberg (1881-1957) descreveu detalhadamente a ejaculação da mulher em relação ao prazer: “Esta expulsão convulsiva de fluidos ocorre sempre no apogeu do orgasmo e simultaneamente com ele. Se se tem a oportunidade de observar o orgasmo dessas mulheres, pode-se ver que grandes quantidades de um líquido límpido e transparente são expelidas em esguichos, não da vulva, mas pela uretra (…). As profusas secreções que saem com o orgasmo não têm um objetivo lubrificador, pois nesse caso seriam produzidas no início do coito e não no auge do orgasmo.

 Wikipédia


Ejaculação feminina II – “squirting”

Novembro 20, 2007

Análise química do líquido ejaculado

Pela análise química do líquido expelido, mostrou-se que este nada tinha a ver com a urina, e sim assemelhando-se ao líquido expelido pela próstata masculina. Algumas mulheres de hoje ainda acham que urinam ao ejacular, já que a sensação que antecede a ejaculação é muito semelhante à vontade de urinar.

Porém a anatomia também comprova que isso é impossível, uma vez que o músculo pubococcígeo, que se contrai na hora do orgasmo, também é responsável pela contenção urinária.

O líquido ejaculado também não tem relação com a lubrificação vaginal, uma vez que a lubrificação é feita antes do orgasmo e é produzida pelas glândulas de Bartholin, enquanto a ejaculação acontece no clímax do ato sexual e seu líquido é produzido nas glândulas de Skene e liberado através das glândulas de Skene e do canal da uretra.

 Wikipédia


Ejaculação feminina I – “squirting”

Novembro 20, 2007

Cultura sexual

Antropólogos relataram rituais de puberdade na tribo batoro de Uganda, onde a ejaculação feminina tem um papel importante num costume chamado “kachapati”, que significa “aspergir a parede”. Nele, a jovem batoro é preparada para o casamento pelas mulheres mais velhas da aldeia, que lhe ensinam como ejacular.

No Japão a ejaculação feminina é chamada “shiofuki”, uma palavra que também é utilizada para a fonte que sai do buraco de respirar no alto da cabeça das baleias.

Todas as mulheres podem ejacular, a questão é que a grande maioria nem sabe que isso é possível, portanto, quando a cultura sexual numa sociedade reconhece a existência ejaculação feminina, um número maior de mulheres desenvolverá essa capacidade.

 Se algumas mulheres têm mais sensibilidade no ponto G, é uma conjunção de factores psicológico, biológicos e sociais, o conhecimento do próprio corpo.

Wikipédia


Bairro do Amor(Último verso)

Novembro 17, 2007

Eh, pá, deixa-me abrir contigo
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu me compreendes bem.

Jorge Palma