Janeiro 29, 2009

Onde está a vacina contra a infelicidade?

Flávio Andrade

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Janeiro 27, 2009

A falsidade numa mentira de tremoços.

Estremeço o sossego que há em mim.

Sim, senão, etc…

Quem sabe o outro, verdade?

De mansinho o lobo. tu e esquentador.

Altruísmos, cá se querem.

Tantas rapsódias de mortais imperfeitos.

És uma santa!

Hoje eu em mim, amanhã tu.

Lindo, a decomposição de luz em arco.

Esta eira que me acossa, malho.

Há memórias arcaicas e caídas.

Estou em pestanejos repentinos.

A besta é de manteiga cínica.

Tantos sacanas, sonhos.

Acordamos em fases de adorno.

És uma lua no meu adormecer.

Andamos todos em esperas.

Uma existência em forma de obrigado.

Tenho saudades do outro mundo.

Os jogos do empurra, esmurram-te.

Como se apanha o nada?

O dia negro, belo, foge…

Desapareceste no monte ilusionista.

Parquímetros cerebrais inflacionam-se.

Entre um olhar e outro, vejo-te.

Num casamento de mãos, um suar doce.

A fragilidade de um andar me excita.

Este nojo em tempo, está.

Quantas palavras incertas ao redor?

Emoções, amor, ódio, medo, ira, alegria, tristeza.

O cérebro controla!

Um, faltas, uma mais.

Flávio Andrade (excerto do poema sem fim)


Janeiro 27, 2009

Quanto maiores somos em humildade, tanto mais próximos estamos da grandeza.

(Rabindranath Tagore)


Janeiro 9, 2009

Um Janeiro nove em fez, 1964.

Flávio Andrade


Janeiro 9, 2009

Hoje quarenta e cinco vezes me vi.

Flávio Andrade