Do Medo

Junho 30, 2009

O medo rouba-nos o sorriso
é azedo e aparece ao improviso.

O medo a palavra nos corta
e cedo nos vem bater à porta.

Primeiro vem o medo do bicho papão
de se perder da mãe ou de ir à lição.

Depois é o medo do movimento
que é bruxedo do sentimento.

De não ser amados todos temos medo
e em vez de amar armamos em rochedo.

No fim vem o medo do corte final
que se chama morte e que é o final do medo.

Mad Caine

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Esventra-te

Junho 6, 2009

25_Abril 001

Sobra um clímax textual no resto da rua em rede. Tantos gânglios amassam o mesmo, sem impressão se talvez… Momentos de ecos gritais ruminam-se na luva. Uma conversa verde inversa com pintas teme-se. Veremos o chulé parasitário em assembleia…Um sabugueiro avermelhado para engordar lá pois…A carne em manhosa delicia, solúvel. Um rasgão de vez!

Flávio Andrade