A cavar à procura de dinheiro

Sexta feira 13

Mais um dia a cavar e nada, dinheiro nem vê-lo e trabalho tão pouco.

De galochas, o buraco cada vez é mais fundo.

As mãos calejadas, o suor pinga pelo queixo e as forças desvanecem-se.

Mais uma vez tento e nada, apenas escuro e fundo.

Tenho regado para ver se pelo menos um pequeno rebento aparece, mas nada.

Talvez seja do dia.

 

Flávio Andrade

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