Magical Darkness

Julho 23, 2012


A ci mento dos pobres

Julho 6, 2012

Uma passagem de ar foge ao respirar em compósito lunar. Quantas vezes comemos hoje?

Há uma espera sem toca de retirada ao menor dos milímetros canhotos. Era um porquê apenas. Aquando da submersa voz, um sim, um só senão alvitrou uma degustada aldrabice.

Os palhaços encapuçados de almôndegas trituraram a sentença em pacotes subversivos e ajustados aos seus indignos seres.

A febre empanturrou-se desmedidamente ao facinoroso no seu tugúrio, uma presidência ministerial sem ouvidos. De vestes caras a fome esmaga o sorriso na prateleira do vómito mercado. Plastificado de qualidade e chique, o tato é somente os olhos cegos do desejo.

A cimentado o ouvido em escutas de apitos em jejum, a malfadada e semitransparente justiça acata as obreiras ordens do poder escondido numa fantochada sem fim.

Querem mais?

Flávio Andrade