Pronto!

“Sempre que me olho, nem sempre me vejo. Tem dias. Às vezes é mais uma mancha. Tipo não identificável, assim como as bandas negras que se colocam nos jornais para não identificar o sujeito. Algo similar – uma transição entre o ser e o não querer ver.” Oiço isto tantas vezes, mas tantas entre sussurros ocos de vazios decompostos pela incerteza da razão e altivez de egos esmagados pelo consumo. Que me estorvo na minha simples mancha branca de lucidez e decalco um sabor amargo. Uma distorção personal da própria existência carregada de medinhos absurdos. Passam sempre mal na figura humana. É um sacrifício viver sem liberdade interior e sem a poder exteriorizar com dignidade. Valha-nos este velho ditado se não podes com eles junta-te a eles. Não! Isso é que era bom. Raspas, restos e migalhas, não! Quando será que acordam para a enorme força que possuem? O universo é vosso, há tanto para ser. Voem…

Flávio Andrade

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